Tarô e terapia
Olha eu aqui, viva!
Ano com muitas fichas caindo... Terapia fundamental, mas aliada à ela veio o tarô, no início do inverno. Não larguei ele mais, nas interpretações semanais das lives de Maria Gabriela Saldanha. Conheci essa mulher através de textos feministas incríveis. Dos textos do facebook descobri o tarô no instagram. Comecei a ouvir e me encontrei.
É como se ela explicasse as lacunas da terapia, que eu teria que preencher, mas levamos tempo... O tarô, através dela, vem me ajudando imensamente nessa tarefa. Agora mesmo estou ouvindo sua live de Natal, eu que estava tão perdida ontem, me sentindo muito sozinha... A legenda da live falava de saber o que fazer no Natal. Bingo. Através de um olhar diferente do meu, esse de abandonada, solitária, consegui transformar meu sentir que quase me leva à ansiedade em grau de crise, acalmar meu coração e entender que não, não precisamos fazer o que todos fazem no Natal.
Não, não precisamos estar com uma família que não se fala e que quando o faz, cobra. Sim, é possível construir algo novo, partindo do lugar de solidão onde estou. No Natal, é difícil entender que é possível não estar bem nem feliz, já que todas as propagandas dizem o contrário. Isso é muito sério e grave. Por isso, ouvir uma mulher falando com tanta propriedade sobre mitologias diversas, simbolismo e interpretação além do comum da vida cotidiana é libertador, motivador, apaziguador.
E os jogos das 2 últimas semanas foram certeiros demais... Nossa!

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