Reiniciando, caminhando, reconstruindo.
Sinto sono. E vontade de escrever. Quase uma emergência. O sono pode atrapalhar o raciocínio e a organização das idéias, mas quero tê-las aqui. Parece que vão me fugir.
Sinto alguma paz no meio de tanta turbulência. Trabalhei duro para isso desde o primeiro segundo deste novo ano, em que determinei um reinício real, necessário para que eu mantivesse a sanidade mínima imprescindível para continuar aqui. Comecei por mim, pois é preciso cuidar-se para poder cuidar de alguém. Alguns amigos, pouquíssimos, já estavam ali, nunca deixaram de estar. Outros, a maioria, sumiram, sem deixar rastro. Que sigam seus caminhos.
Segui no caminho para a família, não como algo forçado, ao contrário, de forma natural, quase um fluxo de continuação da reconstrução que eu vinha e venho fazendo. Quando se constrói seu bem-estar em bases sólidas, e não em castelos de areia, isso te leva a sair do recolhimento ao qual me propus e que era inicialmente muito importante, para procurar se livrar dos pesos desnecessários que carregamos. Foi muito produtivo. Trouxe uma alegria indizível, quase não merecida de tão grande. Surgiram resultados relativamente rápidos e maiores do que imaginei quando recomecei.
A turbulência da volta ao trabalho e do computador com problemas quase me desestabilizaram. Talvez deva dizer que desestabilizaram, mas aprendi a buscar soluções para que a turbulência me afete menos e eu retome o pouco de equilíbrio que conquistei. Deu certo.
Todas essas pequenas grandes conquistas pessoais baseiam-se em três pilares de sustentação: minha vontade soberana, a que tb podemos chamar de livre-arbítrio; o trabalho semanal com a psicóloga; e minha religião, o espiritismo.
No meio de um furacão passando, ainda fiz a prece pra minha mãe, que foi emoção pura, muita... Na madrugada de sexta para sábado, como há mais de quatro anos atrás, surge na tv uma pena sendo levada pela brisa, com aquela música inconfundivelmente linda. Era o início de Forrest Gump, um filme lindo, que vi chorando, tanto agora quanto antes, por motivos diversos. E tanto agora como antes, parecia que ia morrer de tanta dor no peito. Sobrevivi.
Assim, os furacões vão passando e vamos aprendendo a lidar com eles. A cada vez que passam, destróem menos. E o que é destruído, precisava sê-lo.
Vou fazendo a minha parte. Sou a única pessoa a quem posso de fato melhorar no mundo. E se estiver minimamente melhor e isso inspirar uma única pessoa, terá sido a razão da minha passagem por aqui, neste nosso grande momento de transformação.
Sinto alguma paz no meio de tanta turbulência. Trabalhei duro para isso desde o primeiro segundo deste novo ano, em que determinei um reinício real, necessário para que eu mantivesse a sanidade mínima imprescindível para continuar aqui. Comecei por mim, pois é preciso cuidar-se para poder cuidar de alguém. Alguns amigos, pouquíssimos, já estavam ali, nunca deixaram de estar. Outros, a maioria, sumiram, sem deixar rastro. Que sigam seus caminhos.
Segui no caminho para a família, não como algo forçado, ao contrário, de forma natural, quase um fluxo de continuação da reconstrução que eu vinha e venho fazendo. Quando se constrói seu bem-estar em bases sólidas, e não em castelos de areia, isso te leva a sair do recolhimento ao qual me propus e que era inicialmente muito importante, para procurar se livrar dos pesos desnecessários que carregamos. Foi muito produtivo. Trouxe uma alegria indizível, quase não merecida de tão grande. Surgiram resultados relativamente rápidos e maiores do que imaginei quando recomecei.
A turbulência da volta ao trabalho e do computador com problemas quase me desestabilizaram. Talvez deva dizer que desestabilizaram, mas aprendi a buscar soluções para que a turbulência me afete menos e eu retome o pouco de equilíbrio que conquistei. Deu certo.
Todas essas pequenas grandes conquistas pessoais baseiam-se em três pilares de sustentação: minha vontade soberana, a que tb podemos chamar de livre-arbítrio; o trabalho semanal com a psicóloga; e minha religião, o espiritismo.
No meio de um furacão passando, ainda fiz a prece pra minha mãe, que foi emoção pura, muita... Na madrugada de sexta para sábado, como há mais de quatro anos atrás, surge na tv uma pena sendo levada pela brisa, com aquela música inconfundivelmente linda. Era o início de Forrest Gump, um filme lindo, que vi chorando, tanto agora quanto antes, por motivos diversos. E tanto agora como antes, parecia que ia morrer de tanta dor no peito. Sobrevivi.
Assim, os furacões vão passando e vamos aprendendo a lidar com eles. A cada vez que passam, destróem menos. E o que é destruído, precisava sê-lo.
Vou fazendo a minha parte. Sou a única pessoa a quem posso de fato melhorar no mundo. E se estiver minimamente melhor e isso inspirar uma única pessoa, terá sido a razão da minha passagem por aqui, neste nosso grande momento de transformação.

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