De como tem sido difícil.
Pois então, vamos lá. Cansa, cansa muito muita coisa e muitas pessoas. Cansa ao extremo, exaure. Marte, o planeta da guerra, em dupla regência no meu mapa, dificulta minha vida de pessoa que quer paz. Pode não parecer para alguns, enqto para outros é simples assim: sim, eu quero paz.
Sou, essencialmente, belicosa. Até que tenho aprendido a ser bem menos... Até que venha alguém despertar meu Marte ao quadrado. Que saco, mas é muito forte, é uma força contra a qual eu me canso extremamente lutando e acaba não sendo viável fugir à guerra não. E é guerra mesmo. Quem já experimentou sabe. Acontece que guerra só existe quando DOIS lados o querem.
O bom é ver que isso tem sido pontual. Ponto pra mim.
O bom é ver que isso tem sido pontual. Ponto pra mim.
E numa vidência, me disseram que eu não era mais a guerreira que já fui, de armadura, capa e espada, mas uma guerreira que lutaria com flores. Cá estou eu, professora. E tudo faz sentido. Afinal, ensinar àqueles instintos assassinos ambulantes a se domarem é lutar por paz amanhã não? Educar instintos para usarem a inteligência... Ajudá-los a se auto-moldar. Sem esquecer de mencionar, para que não fique nas entrelinhas, que ensinar é aprender. Educar é trazer pra fora o que já está lá dentro (do latim). É olhar aqui pra dentro do meu infinito particular. E ajudá-los a olhar para os seus.
Mas me diz se precisava essa lua em gêmeos pra facilitar minha vida???
Viver tem sido lutar muito. Comigo. Com as tribulações inerentes à vida. Permito-me ser belicosa vez em quando, pra não enlouquecer. É que tenho que fazer uma força muito grande pra não ser. No restante do tempo, tempo cada vez maior, luto com palavras mais suaves, ou até o silêncio, paciência e amor. Que incrível aprender sobre o quanto ensina o silêncio.
Argumento comigo mesma, tento me compreender. Me perdoar. E seguir adiante. Ô difícil. Tento ter paciência comigo, com meus erros que se repetem. Peço coragem a Deus.
Vontade de desistir. De mim. Grande, imeeeeeeeeeeeeensa. Mas sigo adiante. Até onde suportar. Tem sido punk.
Só queria lembrar o título do blog. Quando olho para algo, não vejo só o que os olhos físicos vêem. Vejo o que é, o que parece mas não é, o que não é, o que me mostram, o que acham que é. Acho que vejo, e principalmente, não vejo. Mas não esqueço jamais que o que vejo é só o que vejo. Não é o que é, ou o que pareça ser. Pq nunca, jamais esqueço que as coisas não são o que parecem. Boto tudo no liquidificador que é minha mente que não pára e chego às minhas conclusões. Posso né? Então tá.

0 Comments:
Post a Comment
<< Home