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Wednesday, December 15, 2004

Give up!

Fui fazer prova em Niterói. Já fui atrasada, imaginando mil desculpas p/ dar... A prova, além de enorme e super cansativa, dificílima. E pior, mal feita tb. Na mesma proporção da dificuldade haviam erros ortográficos do tipo "frequentEly". As 2 mulheres que fizeram entrevista cmg não falam tão bem assim... Têm vários problemas e dá p/ sacar de longe que não são especialistas em inglês. Mas p/ fazer a prova tinha que ser. Questões de vocabulário com palavras que nunca vi, em nenhuma opção!!! Eu, que li vários clássicos da literatura inglesa e americana. O que se quer avaliar com isso? Quem souber mais palavras ganha o emprego? Putz... Um dicionário resolve este tipo de problema, ou será que eles acham que um professor dá aula sem auxílio de um dicionário? Agora, se um CURSO pensa e age assim, o que dizer dos alunos? Como transformar e conscientizá-los de que o professor NÃO é um dicionário ambulante se os próprios cursos querem que sejamos? E a parte do listening? Que comédia... Quase parei por ali mesmo... 10 questões nas quais vc tinha que procurar informações e só podia ouvir UMA VEZ!!!! Veja bem, não é questão de entendimento, mas de procurar informações específicas. É como fazer isso num texto escrito meu Deus, alguém por acaso lê uma vez só qdo precisa de algum detalhe do texto? Ou será que eles não sabem que um listening é um texto falado???
A gota d'água foi uma questão que vc tinha que fazer conversão, uma questão de reading comprehension! O texto fala em foots e a pergunta em inches... Marquei qq coisa, essa foi demais p/ mim... Ou seja, na hora de fazer a composition, eu já tava me sentindo a pior pessoa do mundo. Onde vou trabalhar se tudo que é lugar é assim? Como vou ganhar dinheiro se não me enquadro no mercado? Me senti muito pequena, queria sumir! Na barca, tive vontade de sair correndo e gritando, saí mandando msg p/ geral... Giselle me ligou, mas tava acabando a bateria do celular. Enfim, acho que foi até bom.
Fiquei olhando p/ as pessoas, imaginando o que elas fazem p/ sobreviver. Tudo que eu queria era chegar em casa, e ir p/ o meu refúgio. Sentei embaixo de uma árvore e fiquei lá... Olhando a simplicidade dos animais, e o qto isso é ser grande...
Sem fome, fui dormir... Não comi nada além de uns biscoitos. E acordei na hora da novela, onde tudo dá certo. E agora estou aqui. Tô cansada, pq tenho que provar meus conhecimentos sempre? Números, enqto eles forem mais importantes, não vai dar p/ lutar. Desisto!

2 Comments:

Anonymous Anonymous said...

NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO!!!!!!!!!!
*P*A*R*A*B*É*N*S*!!! ;-)
Bjs!
Su

15/12/04 10:24 PM  
Anonymous Anonymous said...

Paty, somente hoje estou lendo sobre o teste que vc fez. BTW,que curso é esse??
Concordo com tudo o que vc disse, porém concordo plenamente com o que disse no final a respeito da cobrança de números. O mundo corporativo, infelizmente é assim e eu até compreendo, mas os administradores levam isso até as últimas consequências. Dão prioridade e mais importância a quem faz mais em detrimento dos que fazem melhor. Eu acho isso abominável!!! Eu tb não me encaixo nesse perfil quantitativo, mas no qualitativo. Que ótimo que vc passou!! Quem sabe, com vc trabalhando lá, vc não muda as cabeças pensantes e os faça dar importância para a Qualidade do serviço prestado.
Muitos beijos no seu coração,
Márcia Regina.

20/12/04 6:01 PM  

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